No seio da Justiça, mão segura,
A cada um se dá o que é devido;
Fortaleza, com garra, se aventura,
Enfrenta o mal, sem medo, sem descuido.

Prudência, com seus passos, já murmura,
Escolhe o melhor rumo que seguir,
E a Temperança, em calma, esta assegura
Medida justa em todo e cada agir.

Essas virtudes, juntas, vão guiando
A vida rumo à paz e à retidão;
Nos corações, seus brilhos revelando.

Na alma, enquanto luz vão propagando,
Virtudes cardeais se vão erguendo,
O ser humano ao alto elevando.

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Helenice
Helenice
1 mês atrás

Gostei muito da forma como o poema conecta valores morais com uma linguagem elevada e simbólica. Dá uma sensação de crescimento interior, como se estivesse falando diretamente da evolução do ser humano

Lucas Silva
Lucas Silva
1 mês atrás

Achei o soneto bem bonito, mas ao mesmo tempo exige uma leitura mais atenta pra captar tudo. A ideia das virtudes elevando o homem ficou forte e bem transmitida.

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